Para mim e no meu ponto de vista, a praça principal Jemaa el-Fnaa em Marraquexe é um dos locais mais interessantes em Marraquexe. Apesar de muitas pessoas associarem a praça Jemaa el-Fnaa a pessoas que tentam assaltar turistas, eu vejo as coisas de outra maneira. Jemaa el-Fnaa (que também se pode escrever Jamaa el Fna) têm sido ao longo de séculos um local para músicos, contadores de histórias, encantadores de serpentes, acrobatas, ladrões, homens que dançam, etc. Isso nunca mudou até aos nossos dias e agora é um local protegido pela UNESCO sendo considerada Património Mundial como algo único  e que vale a pena preservar.

As pessoas usam muitos argumentos de que usam o local para turismo, bom, à cem anos atrás, eles também dançavam e tocavam música para o viajantes que vinham até à cidade. Nada de diferente. Aproveite este local louco e exótico na Terra.

Nesta praça pode encontrar jovens rapazes a fazer acrobacias, uma dúzia de encantadores de serpentes (sim eles vão ter consigo e por as suas cobras à volta do seu pescoço para uma foto), dançarinos Gnawa, músicos, contadores de histórias, vendedores de rua, carros de sumo de laranja, assaltantes, prostitutas (masculinos e femininos), bancas de restaurantes, homens a dançarem vestidos de mulheres, vendedores de caracóis, lojas, macacos, burros, motas, traficantes de haxixe, carroças de cavalos e milhares de pessoas.

Djemaa al Fna, O espectáculo de Benjamin Orbach em Marraquexe

Djemaa al Fna, a praça mais fantástica de África, povoada de encantadores de serpentes, videntes, artistas de henna, bateristas, macacos com fraldas vestidas, homens da medicina, e milhares de pessoas vestidas com robes jedi-like muito coloridos.

Documentário de viajem de Marraquexe

A origem do nome da praça não é muito clara mas, Jemaa quer dizer ” mesquita de congregação” em Árabe, que provavelmente se refere a uma mesquita Almoravid que foi destruída. “Fanâʼ” ou “finâ'” pode significar “morte” ou “quintal, espaço em frente a um edifício”, um dos significados pode ser ” a mesquita ou assembleia da morte”, ou ” A mesquita no fim do Mundo”. Este lugar é uma obra-prima da UNESCO do Património Oral e Imaterial da Humanidade.

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